Cooperativas de crédito: Demonstrações Contábeis 2024 - Hora de fechar!
Cooperativas de Crédito
Publicado em: 6 de janeiro de 2025
A group of multinational busy people working in the office.

As luzes de 2024 já foram apagadas e, enquanto muitos tiram férias ou veem suas atividades acalmadas, a área de contabilidade das cooperativas de crédito está prestes a encarar um serão extra: o fechamento das demonstrações contábeis do exercício findo. O trabalho reúne uma lista de tarefas adicionais em relação a um fechamento de mês, a exemplo das destinações legais sobre o resultado bruto e a conclusão de algumas provisões feitas ao longo do ano.

Neste breve artigo veremos o que são, quais são, para que servem, curiosidades, e quais as principais características das demonstrações contábeis que devem ser elaboradas periodicamente pelas cooperativas de crédito. Destaca-se que também é bastante comum chamá-las de “demonstrações financeiras” o que, na prática, são sinônimos. A diferença está mais no contexto em que são empregadas do que propriamente em seu significado.

O que são Demonstrações Contábeis?

As Demonstrações Contábeis são relatórios padronizados que apresentam de forma estruturada a situação econômica, financeira e patrimonial de uma entidade em determinado período. Elas fornecem informações úteis para a tomada de decisão e para a avaliação do desempenho e da capacidade de geração de resultados da organização. Associados, clientes, dirigentes, fornecedores, colaboradores e o Banco Central do Brasil são exemplos de usuários das DC’s.

De acordo com a Resolução CMN nº 4.818, de 29 de maio de 2020, as cooperativas de crédito devem elaborar e divulgar as seguintes demonstrações financeiras anuais, relativas ao exercício social, e semestrais, relativas aos semestres findos em 30 de junho e 31 de dezembro:

I – Balanço Patrimonial;
II – Demonstração do Resultado;
III – Demonstração do Resultado Abrangente;
IV – Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido; e
V – Demonstração dos Fluxos de Caixa; e

Algumas observações sobre essa lista: i. o próprio Conselho Monetário Nacional (CMN) utiliza a expressão “demonstrações financeiras”; ii. são quatro demonstrações e um balanço, isto é, enquanto as demonstrações mostram um período, o balanço mostra um momento; iii. todas as demonstrações financeiras devem ser acompanhadas de suas respectivas notas explicativas, que explicam o que os números não conseguem dizer por si só.

Para que serve o Balanço Patrimonial?

O Balanço Patrimonial (BP) mostra a situação patrimonial e financeira da cooperativa de crédito numa determinada data. É uma demonstração estática e financeira. Comparando dois ou mais balanços em diferentes períodos é possível observar a evolução/involução patrimonial de qualquer instituição. Destarte, o patrimônio de uma organização é formado pelo conjunto dos seus bens, direitos e obrigações.

Qual a diferença entre a Demonstração do Resultado e o Balanço Patrimonial?

A Demonstração do Resultado (DR) mostra se as operações da cooperativa estão gerando sobras ou perdas em um determinado período. Ao contrário do BP, a DR é uma demonstração dinâmica e econômica. A diferença entre “econômico” e “financeiro” é que o primeiro trata do resultado (lucro ou prejuízo), enquanto o segundo refere-se ao fluxo de caixa (entradas e saídas de dinheiro). A DR traz o acúmulo de receitas e despesas ocorrido no período em que é proposta.

Ampliando a visão com a DRA – Demonstração de Resultado Abrangente.

Chegou a vez da Demonstração do Resultado Abrangente (DRA). Esta demonstração apresenta o desempenho econômico da entidade, incluindo o resultado do período e outros ganhos ou perdas que não passam pelo resultado, mas impactam diretamente o Patrimônio Líquido. A DRA amplia a visão sobre a geração de riqueza, considerando eventos como ajustes de instrumentos financeiros (títulos públicos, por exemplo) e variações cambiais.

Alterações no Patrimônio Líquido (PL)

A próxima também caracteriza-se como dinâmica e econômica; trata-se da Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL), que mostra as alterações ocorridas no Patrimônio Líquido (PL) da cooperativa em um determinado período. O PL é formado basicamente pelo capital social, isto é, a soma das cotas capitais integralizadas pelos associados; o fundo de reserva, os fundos voluntários e o resultado ainda não destinado pela assembleia geral.

Como funciona a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)?

Por fim, a Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) que, embora dinâmica, carrega o fluxo financeiro, diferentemente das três últimas demonstrações citadas acima. A DFC evidencia as entradas e saídas de dinheiro em um período, classificadas em atividades operacionais, de investimento e de financiamento. Ela mostra a capacidade da cooperativa de gerar caixa e cumprir suas obrigações financeiras. É a demonstração preferida do administrador.

Não se pode negligenciar a importância das Notas Explicativas (NE), que não se tratam de demonstrações, todavia, as integram. As NEs complementam as demonstrações contábeis de uma cooperativa de crédito, fornecendo detalhes qualitativos e quantitativos sobre os dados apresentados. Elas esclarecem práticas contábeis, políticas adotadas, riscos e contingências, garantindo maior transparência e compreensão das informações financeiras.

Para as cooperativas de crédito que conglomeram em um sistema, também faz-se necessário elaborar o Balanço Combinado. Aliás, importante deixar registrado a diferença entre Balanço Combinado e Balanço Consolidado. Consolidam-se os balanços das filiais de uma empresa com operações em outros estados ou países, e combinam-se os balanços de empresas que fazem parte de um mesmo grupo, como em um sistema cooperativo de crédito.

Conclusão

Em suma, as Demonstrações Contábeis são instrumentos fundamentais para a gestão e a transparência nas cooperativas de crédito. Elas fornecem informações estruturadas e detalhadas que atendem às exigências legais e às necessidades de diversos stakeholders. Assim, seu preparo e divulgação adequados fortalecem a confiança, orientam a tomada de decisões e asseguram o cumprimento dos objetivos institucionais.

Escrito pelo Profº Edivan Junior Pommering, mentor do nosso curso exclusivo de Especialista em Contabilidade de Cooperativas de Crédito.

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IFRS 18 | Apresentação e Divulgação nas Demonstrações Financeiras

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Mentor

Patrick Matos
Diretor Executivo de Contabilidade e Impostos na CI&T Inc., contador registrado no Brasil e nos Estados Unidos (CPA).

Membro do Global Preparers Forum da Fundação IFRS e membro convidado do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) no Brasil.
Atua também como consultor e professor em cursos de Pós-Graduação e MBA na Faculdade Fipecafi.

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Instituições de Pagamento

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Mercado de Derivativos e Hedge Accounting

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Mentor

Marco Duarte

Superintendente de Finanças  

Formado em Ciências Contábeis e Ciências Econômicas pela PUC-SP, com MBA em Gestão de Negócios e Finanças pela FIA Business School.

Possui mais de 20 anos de experiência profissional no mercado financeiro, tendo atuado como auditor pela PwC por 14 anos, nos escritórios de São Paulo e Londres, atendendo multinacionais e grandes instituições financeiras. Atualmente, atua na área de Finanças do Itaú Unibanco, um importante conglomerado financeiro com negócios no Brasil e Exterior

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COSIF em Foco

Nesta aula intensiva de uma hora, abordaremos as instruções normativas do BCB, de nºs 493 a 500, de 26 de julho de 2024, que fornecem uma visão prática sobre a nova dinâmica de contabilização. Essas instruções incluem, principalmente, os efeitos introduzidos pela aplicação das resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 4966/2021 e do BCB nº 352/2023.

 

Mentor

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

Possui sólidos conhecimentos do mercado financeiro e de capitais. Suas competências estão direcionadas para análises de controles internos, incluindo SOX, Gestão Integrada de Riscos, mapeamento de processos regulatórios e projetos relacionados à Auditoria Interna de PLD e Compliance.

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Principais novidades e mudanças nos CADOCs e Resoluções CMN 4966 e BCB 352

Esta aula gratuita tem como objetivo discutir os principais documentos contábeis e regulatórios e impactos promovidos pelas Resoluções CMN 4966 e BCB 352 bem como as principais dificuldades enfrentadas pelas instituições.

 

Mentores

 

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

Possui sólidos conhecimentos do mercado financeiro e de capitais. Suas competências estão direcionadas para análises de controles internos, incluindo SOX, Gestão Integrada de Riscos, mapeamento de processos regulatórios e projetos relacionados à Auditoria Interna de PLD e Compliance.

 

 

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

USGAAP Accreditation Program – KPMG Business School

Mais de 15 anos de experiência em normas de sustentabilidade e contábeis

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Impactos da Resolução CMN 4.966/21 na Contabilidade das Cooperativas de Crédito

A Resolução CMN n° 4.966 de 25/11/2021 trata sobre os conceitos e os critérios contábeis aplicáveis a instrumentos financeiros, bem como para a designação e o reconhecimento das relações de proteção (contabilidade de hedge) pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. A pergunta que fica é: quais são os impactos da Resolução CMN 4.966/21 na Contabilidade das Cooperativas de Crédito?

 

Mentores:

Edivan Pommerening

Professor Universitário em cursos de graduação, pós-graduação e extensão ligados à contabilidade, administração e economia, com foco em cooperativismo / Gerente de Governança e Compliance de um Sistema Cooperativo de Crédito.

 

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

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Descomplicando o Compliance: Ética e Integridade como Diferenciais Competitivos

No período de planejamento estratégico anual, o compliance deve ocupar um papel central, ajudando a empresa a definir direções claras e ações que refletem seus valores. A questão é: como alinhar compliance e crescimento de forma integrada, fazendo da ética um ativo estratégico?

 

Mentora

Renata Schop Especialista em Compliance e Gestão de Risco com mais de 30 anos de experiência no mercado financeiro, atuando como Diretora de Compliance no Bank of América Merrill Lynch por mais de 15 anos. Com uma carreira dedicada à construção de uma cultura de ética e integridade, foi responsável pela implementação de programas globais de compliance e conduziu iniciativas para fortalecer a governança e a resiliência organizacional na América Latina. Atuou como membro votante do Comitê Global de Políticas e liderou programas de treinamento que consolidaram os valores éticos da instituição. Atualmente, dedica-se a compartilhar seu conhecimento e auxiliar empresas a transformar compliance em um diferencial competitivo.

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Contabilização de Câmbio: Principais mudanças de acordo com o Novo Cosif

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Mentor

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

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SCDs no Brasil: Regras Contábeis e Exigências do BACEN

Venha aprender o que é uma Sociedade de Crédito Direto e as principais normas contábeis do BACEN aplicáveis.

Descubra o mercado de Fintechs de crédito no Brasil, onde estão inseridas as SCDs, principais normas contáveis do BACEN aplicáveis às SCDs e os reportes contábeis requeridos pelo BACEN.

 

Mentora

Priscila Mariana Zalamena

Coordenadora de Finanças - Itaú Unibanco

Administradora de empresas e contadora, pós graduada em gestão tributária, em IFRS e em Finanças, Contabilidade e Controladoria.

Construiu carreira ao longo de 20 anos em uma instituição financeira brasileira de grande porte, atuando principalmente na área de finanças. Possui conhecimentos em contabilidade de instituições financeiras e demonstrações contábeis.

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Materialidade de Impacto, Financeira e Dupla.

Conceitos de materialidade de impacto, materialidade financeira e dupla materialidade, com foco nas exigências regulatórias (como CSRD/ESRS/ISS/CBPS/GRI) e nos desafios práticos das empresas.

 

Mentor:

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

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Tributação das cooperativas de crédito: reflexos e demandas contábeis

Essa aula é um mergulho prático no universo da tributação das cooperativas de crédito, explorando suas particularidades legais e impactos diretos na contabilidade.

O objetivo é traduzir normas e exigências em linguagem simples, mostrando como aplicá-las no dia a dia profissional.

Mais que teoria, é conhecimento aplicado para gerar segurança e assertividade nas decisões contábeis.

 

Mentor

Edivan Pommerening

Professor Universitário em cursos de graduação, pós-graduação e extensão ligados à contabilidade, administração e economia, com foco em cooperativismo / Gerente de Governança e Compliance de um Sistema Cooperativo de Crédito.

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Descomplicando o FRTB (Fundamental Review of the Trading Book)

A mais importante e abrangente etapa de implementação do FRTB – Fundamental Review of the Trading Book – entrará em vigor em 2027. Para que as instituições estejam prontas, será necessário um planejamento criterioso de ações, com alterações significativas em bases de dados, procedimentos, controles e reportes.

Esta aula foi concebido para atender à crescente demanda por conhecimento sobre a mais recente e significativa mudança promovida por Basileia 3. No Brasil, a implementação do FRTB foi dividida em quatro fases pelo Banco Central. As fases 1 e 2 já foram concluídas e servem como base preparatória para a Fase 3 – a mais relevante e complexa, com impacto direto sobre todas as instituições que operam com carteira trading. A previsão de entrada em vigor em janeiro de 2027 tem mobilizado o planejamento de diversas instituições, especialmente para o ano de 2026.

Destinado a profissionais de instituições financeiras, auditorias e consultorias que precisam compreender as mudanças regulatórias previstas para 2027. As principais instituições financeiras do Brasil já vêm se preparando há anos para essa transição.

 

Mentor

Aníbal Codina
Consultor na MAPS AS

Engenheiro mecânico pela Escola de Engenharia da UFRJ, com pós-graduação em Administração pelo COPPEAD; atuou 20 anos no mercado financeiro no Banco da Bahia (BBM), Banco Pactual, Facilita CFI (Lojas Americanas), Banco ABN AMRO, Banco Itaú e Banco ABN AMRO Real.

Desde 2007 dedica-se a consultorias e treinamentos nas áreas de gestão, controle e reporte de ALM, riscos e capital.

Palestrante em eventos da ABBC, ABBI e FEBRABAN, professor da FBM Educação e FEBRABAN Educação

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