Contabilidade nas Instituições de Pagamento e seus desafios
Instituições de Pagamento
Publicado em: 12 de fevereiro de 2022
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As instituições de pagamento viabilizam transações de pagamento. Porém, diferente das instituições financeiras, não oferecem empréstimos ou financiamentos aos seus clientes.

Sendo assim, as instituições de pagamento possibilitam a realização de pagamentos sem que o usuário tenha um relacionamento com instituições financeiras.

No ano de 2013 houve a publicação da Lei 12.865, um marco regulatório das transações de pagamento. Apesar das transações sempre terem existido, antes da lei o mercado era muito restrito às grandes instituições financeiras. e não havia tantos players.

O propósito da lei foi regular de uma forma oficial o que é uma transação de pagamento, ou seja, como ela funciona, como deve ser feita e como fica registrada. A lei marcou que uma instituição de pagamento não é uma instituição financeira, já que não pode realizar as atividades privativas dela.

Para as instituições de pagamento, por exemplo, existe uma delimitação. E com a demarcação da lei, houve a possibilidade do mercado se abrir, tornando a atuação não restrita aos grandes players do mercado. Também a partir da criação da lei, as instituições com volumes de transações superiores passam a ser supervisionadas pelo Banco Central (BACEN).

Tipos de instituições de pagamento

Existem dois tipos de instituições de pagamento: as não autorizadas e as autorizadas.

As não autorizadas não são supervisionadas pelo Banco Central. Contudo, o BACEN recebe informações por meio de sistemas e consegue saber o que está acontecendo no mercado.

Existe um limite para as instituições de pagamento não autorizadas, sendo 500 milhões de reais em 12 meses ou 25 milhões de operações no mesmo período. Após esse limite é preciso se tornar uma instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central.

Já as instituições de pagamento autorizadas devem observar à regulação emanada pelo Banco Central, quanto a aspectos operacionais, contábeis e de governança corporativa, dentre outros  impostos pelo BACEN. Para solicitar a autorização para funcionamento é preciso entrar em contato com o Banco Central. 

Atualmente, as instituições de pagamento autorizadas podem ser divididas em principais modalidades:

  • Emissor de moeda eletrônica: Gerencia conta de pagamento do tipo pré-paga, na qual os recursos devem ser depositados previamente.
  • Emissor de instrumento de pagamento pós-pago: Gerencia conta de pagamento do tipo pós-paga, na qual os recursos são depositados para pagamento de débitos já assumidos.
  • Credenciador: Não gerencia conta de pagamento, mas habilita estabelecimentos comerciais para a aceitação de instrumento de pagamento.

Hoje temos uma diversidade de instituições voltadas a oferecer serviços de pagamento aos consumidores. Com a ativação do PIX, este número se tornou ainda maior. Existem instituições que focam apenas no PIX, mas isso varia de acordo com o foco de cada instituição.

Importância da regularização junto ao Banco Central

O Banco Central vê as instituições de pagamento com bons olhos, já que elas tornam o mercado mais competitivo, trazendo benefícios à sociedade.

Um dos principais papéis do BACEN é zelar pela solidez do mercado das instituições financeiras. Com as instituições de pagamento, o BACEN ganha um incremento nesse sentido, mas o nível de exigência é quase tão alto quanto nas instituições financeiras. 

Quando uma empresa é autorizada pelo Banco Central, ela garante mais segurança e tranquilidade aos seus clientes, já que passa a atender às regras do órgão. Dessa forma, o cliente fica seguro de que a empresa possui uma gestão eficiente e que lida com o dinheiro da maneira mais apropriada. Além disso, a autorização proporciona mais credibilidade no mercado e mais independência. 

O BACEN possui uma série de normatizações de diversos tipos que também são exigidas das instituições de pagamento: governança corporativa, gestão de riscos, controles internos e compliance. 

Contabilidade nas instituições de pagamento

A contabilidade, apesar de ser uma ciência, possui diferenças em algumas áreas e a contabilidade bancária tem as suas particularidades.

A contabilidade é utilizada em processos de tomada de decisão por meio de informações produzidas por ela. Por isso, é necessário entender como o Banco Central conduz essas questões. É isso que diferencia a contabilidade bancária de outros segmentos.

A partir do momento em que uma instituição de pagamento se torna autorizada pelo BACEN, é preciso cumprir as normatizações exigidas pelo banco e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Além das questões contábeis, é muito comum existirem diversas normas tratando sobre diversos temas. Em algumas circunstâncias, o Banco Central vai orientar as instituições de pagamento de formas diferentes em relação às instituições financeiras.

O BACEN tem autonomia no que diz respeito às questões contábeis em relação à legislação societária. Portanto, é importante conhecer a base da contabilidade praticada tanto nas instituições financeiras quanto nas instituições de pagamento, pois, apesar de as atividades serem diferentes, a normatização contábil praticada é a mesma para as duas. 

Geralmente uma empresa não financeira não possui um plano de contas padronizado. Já as instituições financeiras e as instituições de pagamento são obrigadas a ter.

O plano de contas estabelecido pelo Banco Central padroniza os registros contábeis das transações realizadas por instituições financeiras e também pelas instituições de pagamento.

Se uma instituição de pagamento não autorizada está próxima a chegar nos limites operacionais de se tornar autorizada, ela precisará se preparar e se antecipar, fazendo uma espécie de um “de/para” em seu atual plano de contas, para se ajustar ao plano de contas do Banco Central

O plano de contas, chamado de Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (COSIF) é uniformizado e precisa ser utilizado por todas as  instituições financeiras e instituições de pagamento.

As instituições de pagamento não autorizadas não têm a obrigação de cumprir o COSIF. Porém, mesmo não sendo autorizadas, muitas delas já aderem ao COSIF mesmo sem terem atingido os limites, devido à percepção de valor agregado na adoção das práticas estabelecidas pelo Banco Central.

As instituições de pagamento, então, possuem um plano de contas específico para a sua atuação, com contas criadas especificamente para lançar atividades características da modalidade.

Há modelos para levantamento e elaboração das demonstrações contábeis, e é preciso cumprir uma rotina semestral de demonstrações contábeis. E caso seja uma instituição listada em bolsa, é preciso cumprir uma rotina trimestral.

Instituições de pagamento listadas em bolsa precisarão ter um cuidado maior nas questões contábeis. Além de atender aos padrões do Banco Central, precisam atender aos padrões da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que podem não ser os mesmos. 

A contabilidade não se confunde com questões tributárias, por isso questões contábeis em instituições de pagamento são tratadas diretamente com o Banco Central e não com a Receita Federal.

Fintechs: tecnologia no setor financeiro

As fintechs são empresas que fazem larga utilização de tecnologia e prestam serviços financeiros. Mas fintechs não são necessariamente instituições financeiras ou instituições de pagamento.

Magali cita as fintechs de empréstimos e as compara com bancos. Por exemplo, o banco faz intermediação financeira captando dinheiro do agente superavitário (que quer investir recursos) e emprestando para os agentes deficitários (que precisam de recursos).

Essa intermediação financeira pode ser feita somente por bancos. Em 2018, porém, o BACEN regulamentou duas atuações para fintechs de crédito:

  • Fazer agentes superavitários e agentes deficitários se conectarem, para que a troca financeira aconteça diretamente. Porém, aqui o risco é dos investidores.
  • O dono da fintech pode emprestar dinheiro para o agente deficitário, desde que seja seu próprio dinheiro (ou seja, aqui ele é o agente superavitário).

Instituições de pagamento são diferentes de fintechs de empréstimos, pois não podem fazer empréstimo de dinheiro como as fintechs de empréstimos fazem.

As instituições de pagamento podem oferecer, por exemplo, um cartão de crédito. Porém, não podem elas próprias oferecerem o parcelamento das faturas, pois para isso é necessário existir uma instituição financeira por trás.

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IFRS 18 | Apresentação e Divulgação nas Demonstrações Financeiras

A IFRS 18, quando aplicada, trará mudanças significativas para os relatórios financeiros das Companhias; isso implica na necessidade de atualização por parte dos profissionais para acompanhar tais desenvolvimentos.

Nesta Aula 100% gratuita abordaremos questões regulatórias e contábeis associadas à IFRS 18, discutindo eventuais problemas na sua adoção pelas empresas do Brasil, bem como os desafios inerentes a esse processo.

 

Mentor

Patrick Matos
Diretor Executivo de Contabilidade e Impostos na CI&T Inc., contador registrado no Brasil e nos Estados Unidos (CPA).

Membro do Global Preparers Forum da Fundação IFRS e membro convidado do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) no Brasil.
Atua também como consultor e professor em cursos de Pós-Graduação e MBA na Faculdade Fipecafi.

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Instituições de Pagamento

Com a evolução da tecnologia aplicada aos meios de pagamento, as interações de pagamento passaram a ser cada vez mais dinâmicas, diversificadas e rápidas, neste contexto as Instituições de Pagamento ganharam ainda mais espaço dentro do mercado financeiro nacional. Tal evolução chamou a atenção do mercado como um todo, incluindo investidores, participantes e o próprio regulador, que promoveu mudanças relevantes dentro do ambiente regulatório e operacional das Instituições de Pagamento.

Nesta Aula 100% gratuita abordaremos questões pertinentes às Instituições de Pagamento, como o Sistema de Pagamentos Brasileiro, os tipos Instituições de Pagamento e uma breve atualização regulatória deste ambiente inovador e importantíssimo para o mercado financeiro nacional.

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Mercado de Derivativos e Hedge Accounting

Amplie sua visão e entenda melhor sobre o mercado de derivativos, bem como o alinhamento da visão do gerenciamento de risco econômico com os tratamentos contábeis. Entenda o que é hedge accounting, sua utilidade, tipos, as diferenças para um hedge econômico, bem como os aspectos normativos nas visões BACEN e IFRS e seus desafios.

 

Mentor

Marco Duarte

Superintendente de Finanças  

Formado em Ciências Contábeis e Ciências Econômicas pela PUC-SP, com MBA em Gestão de Negócios e Finanças pela FIA Business School.

Possui mais de 20 anos de experiência profissional no mercado financeiro, tendo atuado como auditor pela PwC por 14 anos, nos escritórios de São Paulo e Londres, atendendo multinacionais e grandes instituições financeiras. Atualmente, atua na área de Finanças do Itaú Unibanco, um importante conglomerado financeiro com negócios no Brasil e Exterior

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COSIF em Foco

Nesta aula intensiva de uma hora, abordaremos as instruções normativas do BCB, de nºs 493 a 500, de 26 de julho de 2024, que fornecem uma visão prática sobre a nova dinâmica de contabilização. Essas instruções incluem, principalmente, os efeitos introduzidos pela aplicação das resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 4966/2021 e do BCB nº 352/2023.

 

Mentor

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

Possui sólidos conhecimentos do mercado financeiro e de capitais. Suas competências estão direcionadas para análises de controles internos, incluindo SOX, Gestão Integrada de Riscos, mapeamento de processos regulatórios e projetos relacionados à Auditoria Interna de PLD e Compliance.

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Principais novidades e mudanças nos CADOCs e Resoluções CMN 4966 e BCB 352

Esta aula gratuita tem como objetivo discutir os principais documentos contábeis e regulatórios e impactos promovidos pelas Resoluções CMN 4966 e BCB 352 bem como as principais dificuldades enfrentadas pelas instituições.

 

Mentores

 

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

Possui sólidos conhecimentos do mercado financeiro e de capitais. Suas competências estão direcionadas para análises de controles internos, incluindo SOX, Gestão Integrada de Riscos, mapeamento de processos regulatórios e projetos relacionados à Auditoria Interna de PLD e Compliance.

 

 

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

USGAAP Accreditation Program – KPMG Business School

Mais de 15 anos de experiência em normas de sustentabilidade e contábeis

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Impactos da Resolução CMN 4.966/21 na Contabilidade das Cooperativas de Crédito

A Resolução CMN n° 4.966 de 25/11/2021 trata sobre os conceitos e os critérios contábeis aplicáveis a instrumentos financeiros, bem como para a designação e o reconhecimento das relações de proteção (contabilidade de hedge) pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. A pergunta que fica é: quais são os impactos da Resolução CMN 4.966/21 na Contabilidade das Cooperativas de Crédito?

 

Mentores:

Edivan Pommerening

Professor Universitário em cursos de graduação, pós-graduação e extensão ligados à contabilidade, administração e economia, com foco em cooperativismo / Gerente de Governança e Compliance de um Sistema Cooperativo de Crédito.

 

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

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Descomplicando o Compliance: Ética e Integridade como Diferenciais Competitivos

No período de planejamento estratégico anual, o compliance deve ocupar um papel central, ajudando a empresa a definir direções claras e ações que refletem seus valores. A questão é: como alinhar compliance e crescimento de forma integrada, fazendo da ética um ativo estratégico?

 

Mentora

Renata Schop Especialista em Compliance e Gestão de Risco com mais de 30 anos de experiência no mercado financeiro, atuando como Diretora de Compliance no Bank of América Merrill Lynch por mais de 15 anos. Com uma carreira dedicada à construção de uma cultura de ética e integridade, foi responsável pela implementação de programas globais de compliance e conduziu iniciativas para fortalecer a governança e a resiliência organizacional na América Latina. Atuou como membro votante do Comitê Global de Políticas e liderou programas de treinamento que consolidaram os valores éticos da instituição. Atualmente, dedica-se a compartilhar seu conhecimento e auxiliar empresas a transformar compliance em um diferencial competitivo.

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Contabilização de Câmbio: Principais mudanças de acordo com o Novo Cosif

Nesta aula intensiva de uma hora, exploramos as mudanças mais relevantes na contabilização das operações de câmbio, destacando a nova dinâmica de reconhecimento e mensuração das exposições de compra e venda de moeda estrangeira, além dos impactos no cálculo do valor justo, conforme as diretrizes da Resolução CMN nº 4966/2021.

 

Mentor

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

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SCDs no Brasil: Regras Contábeis e Exigências do BACEN

Venha aprender o que é uma Sociedade de Crédito Direto e as principais normas contábeis do BACEN aplicáveis.

Descubra o mercado de Fintechs de crédito no Brasil, onde estão inseridas as SCDs, principais normas contáveis do BACEN aplicáveis às SCDs e os reportes contábeis requeridos pelo BACEN.

 

Mentora

Priscila Mariana Zalamena

Coordenadora de Finanças - Itaú Unibanco

Administradora de empresas e contadora, pós graduada em gestão tributária, em IFRS e em Finanças, Contabilidade e Controladoria.

Construiu carreira ao longo de 20 anos em uma instituição financeira brasileira de grande porte, atuando principalmente na área de finanças. Possui conhecimentos em contabilidade de instituições financeiras e demonstrações contábeis.

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Materialidade de Impacto, Financeira e Dupla.

Conceitos de materialidade de impacto, materialidade financeira e dupla materialidade, com foco nas exigências regulatórias (como CSRD/ESRS/ISS/CBPS/GRI) e nos desafios práticos das empresas.

 

Mentor:

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

USGAAP Accreditation Program – KPMG Business School

Mais de 15 anos de experiência em normas de sustentabilidade e contábeis

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Tributação das cooperativas de crédito: reflexos e demandas contábeis

Essa aula é um mergulho prático no universo da tributação das cooperativas de crédito, explorando suas particularidades legais e impactos diretos na contabilidade.

O objetivo é traduzir normas e exigências em linguagem simples, mostrando como aplicá-las no dia a dia profissional.

Mais que teoria, é conhecimento aplicado para gerar segurança e assertividade nas decisões contábeis.

 

Mentor

Edivan Pommerening

Professor Universitário em cursos de graduação, pós-graduação e extensão ligados à contabilidade, administração e economia, com foco em cooperativismo / Gerente de Governança e Compliance de um Sistema Cooperativo de Crédito.

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Descomplicando o FRTB (Fundamental Review of the Trading Book)

A mais importante e abrangente etapa de implementação do FRTB – Fundamental Review of the Trading Book – entrará em vigor em 2027. Para que as instituições estejam prontas, será necessário um planejamento criterioso de ações, com alterações significativas em bases de dados, procedimentos, controles e reportes.

Esta aula foi concebido para atender à crescente demanda por conhecimento sobre a mais recente e significativa mudança promovida por Basileia 3. No Brasil, a implementação do FRTB foi dividida em quatro fases pelo Banco Central. As fases 1 e 2 já foram concluídas e servem como base preparatória para a Fase 3 – a mais relevante e complexa, com impacto direto sobre todas as instituições que operam com carteira trading. A previsão de entrada em vigor em janeiro de 2027 tem mobilizado o planejamento de diversas instituições, especialmente para o ano de 2026.

Destinado a profissionais de instituições financeiras, auditorias e consultorias que precisam compreender as mudanças regulatórias previstas para 2027. As principais instituições financeiras do Brasil já vêm se preparando há anos para essa transição.

 

Mentor

Aníbal Codina
Consultor na MAPS AS

Engenheiro mecânico pela Escola de Engenharia da UFRJ, com pós-graduação em Administração pelo COPPEAD; atuou 20 anos no mercado financeiro no Banco da Bahia (BBM), Banco Pactual, Facilita CFI (Lojas Americanas), Banco ABN AMRO, Banco Itaú e Banco ABN AMRO Real.

Desde 2007 dedica-se a consultorias e treinamentos nas áreas de gestão, controle e reporte de ALM, riscos e capital.

Palestrante em eventos da ABBC, ABBI e FEBRABAN, professor da FBM Educação e FEBRABAN Educação

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