Compliance em Cooperativas de Crédito: O Papel dos Profissionais da Área
Cooperativas de CréditoRiscos e Compliance
Publicado em: 6 de março de 2025
Cursos FBM - Compliance Cooperativas - Março

A cultura de compliance em cooperativas de crédito tornou-se um pilar estratégico essencial para a gestão de riscos e a integridade organizacional. Embora termos como compliance (do verbo to comply), código de ética e conduta, política de conformidade e canais de denúncia sejam amplamente difundidos, ainda existem dúvidas sobre o que significa atuar profissionalmente nessa área.

O Papel do Profissional de Compliance

A função de compliance, que antes era vinculada à área jurídica, hoje se expande para gestão de riscos e controles internos. Esse reposicionamento exige profissionais com formações diversas, como advogados, administradores e contadores, refletindo a necessidade de uma visão multidisciplinar para mitigar riscos e assegurar conformidade regulatória.

A estrutura dos programas de compliance baseia-se em três pilares fundamentais:

1. Prevenção

A prevenção visa antecipar riscos por meio de práticas como:

  • Regulamentação de processos internos;
  • Due diligence de fornecedores;
  • Treinamentos para colaboradores;
  • Fortalecimento de controles internos.

Nas cooperativas de crédito, esse papel se torna ainda mais relevante devido à regulação rigorosa do Banco Central do Brasil. Os profissionais de compliance monitoram alterações normativas e garantem a adaptação de processos para minimizar impactos nos associados, finanças e governança da cooperativa.

Além disso, treinamentos e eventos educativos são essenciais para disseminar uma cultura de conformidade, ajudando colaboradores e a alta administração a entenderem a importância da área.

2. Detecção

Esse pilar foca na identificação rápida de irregularidades por meio de:

  • Auditorias internas;
  • Canais de denúncias;
  • Monitoramento de operações.

O profissional de compliance tem papel ativo na investigação de denúncias, assessorando o comitê de ética e contribuindo para a revisão de normativas e processos internos. Ele também apoia auditorias internas e externas, identificando pontos de melhoria para garantir a conformidade.

3. Resposta

O terceiro pilar refere-se à capacidade de reagir rapidamente a violações, por meio de:

  • Investigações internas;
  • Relatórios para órgãos reguladores;
  • Medidas corretivas e disciplinadoras.

Nas cooperativas de crédito, o profissional de compliance pode ser responsável por responder a questionamentos do Banco Central e realizar investigações internas sobre inconformidades que possam impactar a instituição e seus colaboradores.

Oportunidades no Mercado

O setor cooperativista está em crescimento acelerado e cada vez mais regulado, o que gera uma alta demanda por profissionais capacitados. O profissional de compliance deve ser organizado, proativo e atualizado sobre legislações e melhores práticas para manter a integridade da instituição.

Em resumo, os papéis do compliance são:

  1. Garantir que todos sigam as regras e entendam sua importância;
  2. Identificar e mitigar riscos constantemente;
  3. Assegurar que a organização se adapte às mudanças regulatórias.

Dessa forma, investir em compliance não é apenas uma obrigação legal, mas uma estratégia para fortalecer a governança e sustentar o crescimento das cooperativas de crédito.

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Escrito pelo Profº Edivan Junior Pommering, mentor do nosso curso exclusivo de Especialista em Contabilidade de Cooperativas de Crédito.

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IFRS 18 | Apresentação e Divulgação nas Demonstrações Financeiras

A IFRS 18, quando aplicada, trará mudanças significativas para os relatórios financeiros das Companhias; isso implica na necessidade de atualização por parte dos profissionais para acompanhar tais desenvolvimentos.

Nesta Aula 100% gratuita abordaremos questões regulatórias e contábeis associadas à IFRS 18, discutindo eventuais problemas na sua adoção pelas empresas do Brasil, bem como os desafios inerentes a esse processo.

 

Mentor

Patrick Matos
Diretor Executivo de Contabilidade e Impostos na CI&T Inc., contador registrado no Brasil e nos Estados Unidos (CPA).

Membro do Global Preparers Forum da Fundação IFRS e membro convidado do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) no Brasil.
Atua também como consultor e professor em cursos de Pós-Graduação e MBA na Faculdade Fipecafi.

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Instituições de Pagamento

Com a evolução da tecnologia aplicada aos meios de pagamento, as interações de pagamento passaram a ser cada vez mais dinâmicas, diversificadas e rápidas, neste contexto as Instituições de Pagamento ganharam ainda mais espaço dentro do mercado financeiro nacional. Tal evolução chamou a atenção do mercado como um todo, incluindo investidores, participantes e o próprio regulador, que promoveu mudanças relevantes dentro do ambiente regulatório e operacional das Instituições de Pagamento.

Nesta Aula 100% gratuita abordaremos questões pertinentes às Instituições de Pagamento, como o Sistema de Pagamentos Brasileiro, os tipos Instituições de Pagamento e uma breve atualização regulatória deste ambiente inovador e importantíssimo para o mercado financeiro nacional.

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Mercado de Derivativos e Hedge Accounting

Amplie sua visão e entenda melhor sobre o mercado de derivativos, bem como o alinhamento da visão do gerenciamento de risco econômico com os tratamentos contábeis. Entenda o que é hedge accounting, sua utilidade, tipos, as diferenças para um hedge econômico, bem como os aspectos normativos nas visões BACEN e IFRS e seus desafios.

 

Mentor

Marco Duarte

Superintendente de Finanças  

Formado em Ciências Contábeis e Ciências Econômicas pela PUC-SP, com MBA em Gestão de Negócios e Finanças pela FIA Business School.

Possui mais de 20 anos de experiência profissional no mercado financeiro, tendo atuado como auditor pela PwC por 14 anos, nos escritórios de São Paulo e Londres, atendendo multinacionais e grandes instituições financeiras. Atualmente, atua na área de Finanças do Itaú Unibanco, um importante conglomerado financeiro com negócios no Brasil e Exterior

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COSIF em Foco

Nesta aula intensiva de uma hora, abordaremos as instruções normativas do BCB, de nºs 493 a 500, de 26 de julho de 2024, que fornecem uma visão prática sobre a nova dinâmica de contabilização. Essas instruções incluem, principalmente, os efeitos introduzidos pela aplicação das resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 4966/2021 e do BCB nº 352/2023.

 

Mentor

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

Possui sólidos conhecimentos do mercado financeiro e de capitais. Suas competências estão direcionadas para análises de controles internos, incluindo SOX, Gestão Integrada de Riscos, mapeamento de processos regulatórios e projetos relacionados à Auditoria Interna de PLD e Compliance.

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Principais novidades e mudanças nos CADOCs e Resoluções CMN 4966 e BCB 352

Esta aula gratuita tem como objetivo discutir os principais documentos contábeis e regulatórios e impactos promovidos pelas Resoluções CMN 4966 e BCB 352 bem como as principais dificuldades enfrentadas pelas instituições.

 

Mentores

 

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

Possui sólidos conhecimentos do mercado financeiro e de capitais. Suas competências estão direcionadas para análises de controles internos, incluindo SOX, Gestão Integrada de Riscos, mapeamento de processos regulatórios e projetos relacionados à Auditoria Interna de PLD e Compliance.

 

 

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

USGAAP Accreditation Program – KPMG Business School

Mais de 15 anos de experiência em normas de sustentabilidade e contábeis

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Impactos da Resolução CMN 4.966/21 na Contabilidade das Cooperativas de Crédito

A Resolução CMN n° 4.966 de 25/11/2021 trata sobre os conceitos e os critérios contábeis aplicáveis a instrumentos financeiros, bem como para a designação e o reconhecimento das relações de proteção (contabilidade de hedge) pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. A pergunta que fica é: quais são os impactos da Resolução CMN 4.966/21 na Contabilidade das Cooperativas de Crédito?

 

Mentores:

Edivan Pommerening

Professor Universitário em cursos de graduação, pós-graduação e extensão ligados à contabilidade, administração e economia, com foco em cooperativismo / Gerente de Governança e Compliance de um Sistema Cooperativo de Crédito.

 

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

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Mais de 15 anos de experiência em normas de sustentabilidade e contábeis

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Descomplicando o Compliance: Ética e Integridade como Diferenciais Competitivos

No período de planejamento estratégico anual, o compliance deve ocupar um papel central, ajudando a empresa a definir direções claras e ações que refletem seus valores. A questão é: como alinhar compliance e crescimento de forma integrada, fazendo da ética um ativo estratégico?

 

Mentora

Renata Schop Especialista em Compliance e Gestão de Risco com mais de 30 anos de experiência no mercado financeiro, atuando como Diretora de Compliance no Bank of América Merrill Lynch por mais de 15 anos. Com uma carreira dedicada à construção de uma cultura de ética e integridade, foi responsável pela implementação de programas globais de compliance e conduziu iniciativas para fortalecer a governança e a resiliência organizacional na América Latina. Atuou como membro votante do Comitê Global de Políticas e liderou programas de treinamento que consolidaram os valores éticos da instituição. Atualmente, dedica-se a compartilhar seu conhecimento e auxiliar empresas a transformar compliance em um diferencial competitivo.

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Contabilização de Câmbio: Principais mudanças de acordo com o Novo Cosif

Nesta aula intensiva de uma hora, exploramos as mudanças mais relevantes na contabilização das operações de câmbio, destacando a nova dinâmica de reconhecimento e mensuração das exposições de compra e venda de moeda estrangeira, além dos impactos no cálculo do valor justo, conforme as diretrizes da Resolução CMN nº 4966/2021.

 

Mentor

Lucas Díaz

Gerente Sênior de Consultoria Gerente Sênior de Consultoria na KPMG com foco no suporte ao setor bancário e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e CVM. Lucas é responsável pela gestão de diversos projetos como auditoria interna, suporte técnico contábil para equipes de auditoria externa, implantação de normas contábeis (BRGAAP, BCB e IAS/IFRS) e projetos de auditoria interna e diagnóstico regulatório em áreas de segunda linha de defesa.

Possui sólidos conhecimentos do mercado financeiro e de capitais. Suas competências estão direcionadas para análises de controles internos, incluindo SOX, Gestão Integrada de Riscos, mapeamento de processos regulatórios e projetos relacionados à Auditoria Interna de PLD e Compliance.

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SCDs no Brasil: Regras Contábeis e Exigências do BACEN

Venha aprender o que é uma Sociedade de Crédito Direto e as principais normas contábeis do BACEN aplicáveis.

Descubra o mercado de Fintechs de crédito no Brasil, onde estão inseridas as SCDs, principais normas contáveis do BACEN aplicáveis às SCDs e os reportes contábeis requeridos pelo BACEN.

 

Mentora

Priscila Mariana Zalamena

Coordenadora de Finanças - Itaú Unibanco

Administradora de empresas e contadora, pós graduada em gestão tributária, em IFRS e em Finanças, Contabilidade e Controladoria.

Construiu carreira ao longo de 20 anos em uma instituição financeira brasileira de grande porte, atuando principalmente na área de finanças. Possui conhecimentos em contabilidade de instituições financeiras e demonstrações contábeis.

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Materialidade de Impacto, Financeira e Dupla.

Conceitos de materialidade de impacto, materialidade financeira e dupla materialidade, com foco nas exigências regulatórias (como CSRD/ESRS/ISS/CBPS/GRI) e nos desafios práticos das empresas.

 

Mentor:

Samir Sayed

Instrutor FBM

Doutor, Mestre e Bacharel em Ciências Contábeis pela FEA-USP. FSA Credential (L1) – IFRS Foundation

Diplomado e certificado em IFRS pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA-UK). Certificado em IFRS e IFRS for SMES pela The Institute of Chartered Accountants of England and Wales (ICAEW-UK).

USGAAP Accreditation Program – KPMG Business School

Mais de 15 anos de experiência em normas de sustentabilidade e contábeis

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Tributação das cooperativas de crédito: reflexos e demandas contábeis

Essa aula é um mergulho prático no universo da tributação das cooperativas de crédito, explorando suas particularidades legais e impactos diretos na contabilidade.

O objetivo é traduzir normas e exigências em linguagem simples, mostrando como aplicá-las no dia a dia profissional.

Mais que teoria, é conhecimento aplicado para gerar segurança e assertividade nas decisões contábeis.

 

Mentor

Edivan Pommerening

Professor Universitário em cursos de graduação, pós-graduação e extensão ligados à contabilidade, administração e economia, com foco em cooperativismo / Gerente de Governança e Compliance de um Sistema Cooperativo de Crédito.

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Descomplicando o FRTB (Fundamental Review of the Trading Book)

A mais importante e abrangente etapa de implementação do FRTB – Fundamental Review of the Trading Book – entrará em vigor em 2027. Para que as instituições estejam prontas, será necessário um planejamento criterioso de ações, com alterações significativas em bases de dados, procedimentos, controles e reportes.

Esta aula foi concebido para atender à crescente demanda por conhecimento sobre a mais recente e significativa mudança promovida por Basileia 3. No Brasil, a implementação do FRTB foi dividida em quatro fases pelo Banco Central. As fases 1 e 2 já foram concluídas e servem como base preparatória para a Fase 3 – a mais relevante e complexa, com impacto direto sobre todas as instituições que operam com carteira trading. A previsão de entrada em vigor em janeiro de 2027 tem mobilizado o planejamento de diversas instituições, especialmente para o ano de 2026.

Destinado a profissionais de instituições financeiras, auditorias e consultorias que precisam compreender as mudanças regulatórias previstas para 2027. As principais instituições financeiras do Brasil já vêm se preparando há anos para essa transição.

 

Mentor

Aníbal Codina
Consultor na MAPS AS

Engenheiro mecânico pela Escola de Engenharia da UFRJ, com pós-graduação em Administração pelo COPPEAD; atuou 20 anos no mercado financeiro no Banco da Bahia (BBM), Banco Pactual, Facilita CFI (Lojas Americanas), Banco ABN AMRO, Banco Itaú e Banco ABN AMRO Real.

Desde 2007 dedica-se a consultorias e treinamentos nas áreas de gestão, controle e reporte de ALM, riscos e capital.

Palestrante em eventos da ABBC, ABBI e FEBRABAN, professor da FBM Educação e FEBRABAN Educação

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