A transformação que este curso entrega
Ao final, você será capaz de entender com profundidade as principais mudanças trazidas por esta nova norma contábil, e ser capaz de estruturar e operar uma relação de hedge de ponta a ponta sob a Res. 4.966 — da designação e documentação, ao teste de efetividade e aos lançamentos contábeis dos três tipos de hedge.
- Você deixa de depender de terceiros para interpretar a norma e passa a ser a referência no tema, conduzindo com segurança a transição e mudanças que entram em vigor em 01 de janeiro de 2027.
O que você vai aprender
- Os fundamentos e o alcance da Res. CMN 4.966/21 para fins de hedge contábil;
- Impactos nas estruturas de hedge vigentes e efeitos de transição;
- Como estruturar novas operações sob a Res. CMN 4.966/21, entendendo os efeitos em documentação, objetos de hedge, instrumentos de hedge, e contabilizações envolvidas e divulgação;
- Impactos nos testes de efetividade, rebalanceamentos, descontinuidades de estruturas, quando necessárias;
Conteúdo programático
01Módulo 1 — Fundamentos de hedge accounting+
Objetivos
Revisar os conceitos essenciais de hedge accounting
Diferenciar gestão de risco econômica e contabilização de hedge
Conteúdo
Hedge econômico x hedge contábil
Objetivo econômico do hedge
Conceito de relação de hedge
Instrumento de hedge
Item objeto de hedge
Risco elegível
Inefetividade e descasamentos contábeis
02Módulo 2 — Contexto regulatório e visão geral da Resolução 4.966+
Objetivos
Entender o contexto da mudança normativa contábil promovida pelo BACEN
Compreender a convergência com IFRS 9
Identificar os impactos gerais para instituições financeiras
Conteúdo
Evolução da contabilidade de instrumentos financeiros no BACEN
Objetivos da Resolução CMN nº 4.966
Relação entre Resolução 4.966 e IFRS 9
Escopo e abrangência do hedge accounting
03Módulo 3 — Tipos de hedge accounting – Visão completa+
Objetivos
Explorar os diferentes modelos de hedge previstos na norma
Entender a contabilização aplicável a cada modalidade
Compreender os testes de efetividade previstos no novo modelo
Avaliar impactos contábeis da inefetividade
Conteúdo
Fair Value Hedge
Conceito e objetivos
Ajustes no item protegido
Reconhecimento de ganhos e perdas
Cash Flow Hedge
Conceito e objetivos
Reserva de hedge no patrimônio líquido
Reciclagem para resultado
Hedge de investimento líquido no exterior
Conceitos gerais
Aplicabilidade
Tratamento contábil
Avaliação de Efetividade
Conceito de efetividade econômica
Extinção do teste quantitativo “80%-125%”
Hedge ratio consistente com gestão de risco
Mensuração de ineffectiveness
04Módulo 4 — Divulgação e requerimentos regulatórios+
Objetivos
Entender os requerimentos de disclosure da Resolução 4.966
Conteúdo
Objetivos de divulgação
Aspectos requeridos pela nova norma
Comparação com requerimentos do IFRS
05Módulo 5 — Principais mudanças e impactos nas instituições+
Objetivos
Entender as principais mudanças e impactos nas instituições financeiras, do ponto de vista normativo
Discutir desafios práticos de implementação
Avaliar impactos operacionais, controles, sistemas, bem como em governança
Conteúdo
Principais mudanças em relação ao modelo anterior
Impactos esperados em tesouraria, contabilidade, risco e controles internos
Desafios sistêmicos, operacionais e em controles.
Por que fazer este curso
- Tema de altíssima demanda e baixa oferta de profissionais qualificados, em vigor a partir de 01 de janeiro de 2027;
- Abordagem prática, com casos práticos e reais, e não apenas leitura da norma;
- Conteúdo útil de imediato no trabalho — documentação, testes e divulgações aplicáveis no dia seguinte ao curso.
Para quem é este curso
Profissionais que atuam ou pretendem atuar com instrumentos financeiros em instituições reguladas pelo Banco Central. Em especial:
- Contadores, controllers e analistas contábeis;
- Profissionais de riscos e tesouraria;
- Auditores internos e externos, compliance e equipes de controles internos.
Impacto na sua atuação profissional
O profissional passa a dominar um dos temas mais valorizados e escassos do mercado contábil-financeiro brasileiro atual, qualificando-se para posições de maior responsabilidade em contabilidade, risco, tesouraria e auditoria de instituições reguladas pelo Banco Central.





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